Bebi O MUNDO INTEIRO ontem. Ontem? Acho que já era hoje. Os fatos que se sucederam a partir das 23h, quando entrei no bar, não podem ser lá muito bem elencados - seja por riqueza de detalhes, seja por ordem cronológica.
(NOTA MENTAL: não ficar pagando drinks pros outros enquanto se está bebum; no fim da noite a conta fica mais cara. AI MINHA CABEÇA. Até MANHATTAN (tá certo isso? Acho que o nome do drink é esse), até JACK DANIELS, eu tomei. Não me pergunte o que vai em um manhattan, porque eu não sei.)
Alguém, que estava lá ontem, me disse há pouco que eu não devo lembrar de muitos detalhes da noitada, então eu pedi desculpas pelo jeito que eu devo ter cumprimentado essa pessoa no bar - ela estava com outras pessoas, desconhecidas pra mim -, e ela, então, falou que aquilo era um "estado normal de pub". "Por acaso queres ir ao pub e ficar só na aguinha?"
É. Ir ao pub (agora passei a chamar o bar de "pub". Desconheço a diferença. Mas ali é PUB mesmo. Pronto.) e ficar na aguinha (sem trema é brabo, né?) é dose!
Ih, merda. Os parênteses. Tá ficando difícil ler as minhas frases. Peraí. Retomando: ir ao pub e ficar na aguinha é dose! Outra noite eu fui pra NÁITE, estava mal dos ESTROMBO, e só fiquei na aguinha. E aconteceu o que é muito triste: não achei nada legal. Todo mundo à minha volta começou a ficar bebum, inconsequente e, principalmente, CHATO. E o chato era eu, claro, que tava só na aguinha.
Bebi O MUNDO INTEIRO hoje. O MUNDO INTEIRO. Lembro que a banda, que tava tocando coisinhas pop, no fim do show tocou Cemetery Gates do Pantera e eu saí empurrando todo mundo. Antes disso fiquei com uma guria cujo nome eu desconheço - acho que nem lembro da cara dela direito - e antes disso fui ao banheiro mijar, um amigo meu estava na fila antes de mim pro mijatório, quando entramos no banheiro ele resolveu ser engraçado e CHUTOU a porta que dava pra privada. Lá dentro havia um ARGENTINO mijando.
UM ARGENTINO! Saiu da privada falando portunhol! Queria briga! Eu, TORTO, quase me mijando nas calças, não sabia se ajudava o amigo, se falava com o argentino, se mijava nele, se ria, se bebia a cerveja que tava na minha mão... os outros caras do banheiro saíram correndo, etc.
Hoje só comunicar-me-ei por emails, posts no blog, orkuts e afins. Perdi completamente a minha voz.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Quem precisa de tuíta?
Por que eu quero um iPhone, hein?
Por quê?
Porque sim?
Quais são os porquês?
Por que, hein?
Por quê?
Hein?
(Isso tem mais caracteres do que o twitter permite por tuitada???)
-------
Velho não vem equipado com pisca-pisca de fábrica.
-------
"Que loucura é o cérebro." (Frase de uma colega de auditório.)
-------
"Lambisgoiento, pegajoso, superficial, egoísta e carente". É, gente... tem quem consiga ser isso tudo aí. E mais um pouco.
-------
Glamour exacerbado:
- URRRÚÚÚL! QUE GLAMOUR! VIVA O GLAMOUR! É MUITO GLAMOUR! NÃO CONSIGO ME CONTROLAR! - e todos saem correndo da Convenção Nacional das Pessoas Muito Foda do Brasil balançando os braços feito boneco de posto de combustível.
-------
Essa época deve ser uma merda pra quem não gosta de futebol, né? Parabéns, pessoa que não gosta de futebol: tu já sabes como eu me sinto no Carnaval.
-------
- Ahhhh... pô, pensei que era outra coisa... (Chico Tuíta)
Por quê?
Porque sim?
Quais são os porquês?
Por que, hein?
Por quê?
Hein?
(Isso tem mais caracteres do que o twitter permite por tuitada???)
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Velho não vem equipado com pisca-pisca de fábrica.
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"Que loucura é o cérebro." (Frase de uma colega de auditório.)
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"Lambisgoiento, pegajoso, superficial, egoísta e carente". É, gente... tem quem consiga ser isso tudo aí. E mais um pouco.
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Glamour exacerbado:
- URRRÚÚÚL! QUE GLAMOUR! VIVA O GLAMOUR! É MUITO GLAMOUR! NÃO CONSIGO ME CONTROLAR! - e todos saem correndo da Convenção Nacional das Pessoas Muito Foda do Brasil balançando os braços feito boneco de posto de combustível.
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Essa época deve ser uma merda pra quem não gosta de futebol, né? Parabéns, pessoa que não gosta de futebol: tu já sabes como eu me sinto no Carnaval.
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- Ahhhh... pô, pensei que era outra coisa... (Chico Tuíta)
domingo, 30 de maio de 2010
(Trechinho do meu "livro")
O jovem gostava muito de caminhar. A vida inteira percorreu longas distâncias a pé. Correu e caminhou por quase toda Porto Alegre. Certa vez, subindo a deserta Borges de Medeiros em uma manhã de domingo, vinha pensando com seus botões, completamente distraído, quando vislumbrou (mesmo provido de larga deficiência visual) um vulto no canto de seu olho.
Olhou melhor e viu um indivíduo suspeito vestindo um sobretudo. Fazia calor em Porto Alegre, e um grosso sobretudo de lã tornava a cena mais suspeita ainda. O sujeito começou a se aproximar. Ele pensou "ih, é assalto. Me ferrei". O misterioso e suposto potencial assaltante chega perto de sua provável vítima. Tira um facão do casaco, aponta para ela e diz:
- Oi! Quer comprar um facão!?!
Atônito, desorientado, quase se mijando nas calças, sem entender lhufas do que acontecia, em meio à tremedeira ele pergunta:
- Fac... fac... facão...? Hein? O quê???
- É! Quer comprar um facão!?!
- M-m-mas isso é um as-assalto...!? – balbucia, com uma entonação estranha, meio que perguntando, meio que afirmando.
- Que assalto, que nada! Tô vendendo só por vinte pilas! Ali no supermercado tão vendendo por quarenta! Isso, sim, que é assalto!!!
A vítima, finalmente voltando a si, enxerga, ao lado da calçada, várias facas expostas no chão, em cima de um lençol vermelho. Realmente, o moço do sobretudo era vendedor de facas.
Não o culpo pelo erro. Como ter certeza se as pessoas na rua são o que parecem ser? Tarefa difícil. Dois amigos passaram por dúvida parecida. Quatro da madrugada, saídos de uma boate, com algum nível de álcool no sangue acima dos limites considerados apropriados pela lei, entraram no carro e decidiram dar uma volta no centro, só de brincadeirinha.
Era noite de neblina densa, e as ruas estavam desertas. Não conseguiram se divertir com nada e resolveram voltar para casa. No retorno, avistam uma moça parada em uma esquina. Às quatro da matina, sozinha, na rua... Será que ela era o que eles estavam pensando?
- Ó lá... É prostituta!
- Como tu sabe disso?
- Pô, a essa hora, sozinha na rua? Tá trabalhando, eu não tenho dúvida!
- E se ela estiver esperando o ônibus!
- Que ônibus, cara... Vou parar o carro perto dela.
- Não para, nada!
- Vou, sim! Eu paro o carro e tu baixa o vidro e pergunta se ela é prostituta.
- Tá doido? Eu não vou fazer essa pergunta pra mulher!
- Qual é o problema? Ela tá acostumada!
- Se ela for prostituta, deve estar acostumada, sim! Mas e eu lá vou saber se ela é prostituta?
- Ué, a gente só vai saber se tu baixar o vidro e perguntar pra ela. Olha aí, ela tá vindo pra perto do carro.
- Vamos embora!
- Cara, baixa o vidro e pergunta se ela é prostituta!!
O vidro é baixado, a moça aproxima-se e o rapaz encabulado nada diz.
- Pergunta!! – o outro grita.
- Hã... Bem... É que...
- Sim? – a moça presta atenção.
- É... Tipo assim... Qual é o esquema?
- Qual é o esquema...? Como assim?
- É, qual é o... Esquema...?
- Só pra ti ou pros dois juntos?
Então ele se vira para o amigo, feliz da vida, fazendo sinal de "joia" com o polegar da mão direita:
- É! É puta, é puta! É, sim!
Olhou melhor e viu um indivíduo suspeito vestindo um sobretudo. Fazia calor em Porto Alegre, e um grosso sobretudo de lã tornava a cena mais suspeita ainda. O sujeito começou a se aproximar. Ele pensou "ih, é assalto. Me ferrei". O misterioso e suposto potencial assaltante chega perto de sua provável vítima. Tira um facão do casaco, aponta para ela e diz:
- Oi! Quer comprar um facão!?!
Atônito, desorientado, quase se mijando nas calças, sem entender lhufas do que acontecia, em meio à tremedeira ele pergunta:
- Fac... fac... facão...? Hein? O quê???
- É! Quer comprar um facão!?!
- M-m-mas isso é um as-assalto...!? – balbucia, com uma entonação estranha, meio que perguntando, meio que afirmando.
- Que assalto, que nada! Tô vendendo só por vinte pilas! Ali no supermercado tão vendendo por quarenta! Isso, sim, que é assalto!!!
A vítima, finalmente voltando a si, enxerga, ao lado da calçada, várias facas expostas no chão, em cima de um lençol vermelho. Realmente, o moço do sobretudo era vendedor de facas.
Não o culpo pelo erro. Como ter certeza se as pessoas na rua são o que parecem ser? Tarefa difícil. Dois amigos passaram por dúvida parecida. Quatro da madrugada, saídos de uma boate, com algum nível de álcool no sangue acima dos limites considerados apropriados pela lei, entraram no carro e decidiram dar uma volta no centro, só de brincadeirinha.
Era noite de neblina densa, e as ruas estavam desertas. Não conseguiram se divertir com nada e resolveram voltar para casa. No retorno, avistam uma moça parada em uma esquina. Às quatro da matina, sozinha, na rua... Será que ela era o que eles estavam pensando?
- Ó lá... É prostituta!
- Como tu sabe disso?
- Pô, a essa hora, sozinha na rua? Tá trabalhando, eu não tenho dúvida!
- E se ela estiver esperando o ônibus!
- Que ônibus, cara... Vou parar o carro perto dela.
- Não para, nada!
- Vou, sim! Eu paro o carro e tu baixa o vidro e pergunta se ela é prostituta.
- Tá doido? Eu não vou fazer essa pergunta pra mulher!
- Qual é o problema? Ela tá acostumada!
- Se ela for prostituta, deve estar acostumada, sim! Mas e eu lá vou saber se ela é prostituta?
- Ué, a gente só vai saber se tu baixar o vidro e perguntar pra ela. Olha aí, ela tá vindo pra perto do carro.
- Vamos embora!
- Cara, baixa o vidro e pergunta se ela é prostituta!!
O vidro é baixado, a moça aproxima-se e o rapaz encabulado nada diz.
- Pergunta!! – o outro grita.
- Hã... Bem... É que...
- Sim? – a moça presta atenção.
- É... Tipo assim... Qual é o esquema?
- Qual é o esquema...? Como assim?
- É, qual é o... Esquema...?
- Só pra ti ou pros dois juntos?
Então ele se vira para o amigo, feliz da vida, fazendo sinal de "joia" com o polegar da mão direita:
- É! É puta, é puta! É, sim!
Abaixo o Photoshop!
Dá uma CLICADA na foto abaixo e vê se eu não tenho razão. Mulher bonita não precisa de Photoshop! Abaixo o Photoshop! Viva a Megan Fox! E abaixo o David Silver do Barrados no Baile, que tá pegando ela! Maldito!! Fidumaégua!!!
Mulheres e Champagne
(Sim, NADA desse título chegou NEM PERTO de mim nesta semana - e na anterior e na anterior. Não gosto muito de champagne, gosto muito de mulher, mas uma coisa eles têm em comum: passaram longe de mim.)
O terapeuta da minha amiga conta uma historinha (você não fica irritado quando vê aquele MALDITO acento agudo completamente fora de contexto em um diminutivo de palavras como "André", "pé", "história", etc.? PÉZINHO, ANDRÉZINHO, HISTÓRINHA é DOSE, amigo. É dose. Enfim.), uma singela historinha quando ela resolve reclamar da vida dela.
(A maioria do texto está entre parênteses. Então, só pra piorar, vou enfiar mais coisa aqui, ó. Deixa eu ver... Ah. Tá. Não tem nada de especial. Vou seguir com o texto, então.)
O relato fala do Zé, que neste caso chama-se Zé, mas poderia se chamar ZÉZINHO, se o interlocutor se referisse a ele pelo diminutivo e enfiasse o acento agudo onde não é permitido. O Zé, depois de passar seu dia limpando latrinas cheias de dejetos putrefatos em seu maravilhoso subemprego, passava no sebo ("cebo"?) do Antônio e comprava uma Playboy velha, daquelas cheias de orelhas, com as folhas meigrudadas, meidesbotadas, meigastas... Saía de lá e partia para a farmácia. Lá ele comprava um sonrisal.
Chegando em casa, o Zé tirava seus chinelinhos de dedo e ficava confortavelmente de pés descalços. Sentava-se em seu banquinho rachado, com um dos pés remendado com fica isolante, pegava um copo com água, abria a Playboy no pôster, colocava o sonrisal na água e, ao som do TSHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH dizia, em voz alta:
- AHHH, MULHERES E CHAMPAGNE! QUE VIDA!
O terapeuta da minha amiga conta uma historinha (você não fica irritado quando vê aquele MALDITO acento agudo completamente fora de contexto em um diminutivo de palavras como "André", "pé", "história", etc.? PÉZINHO, ANDRÉZINHO, HISTÓRINHA é DOSE, amigo. É dose. Enfim.), uma singela historinha quando ela resolve reclamar da vida dela.
(A maioria do texto está entre parênteses. Então, só pra piorar, vou enfiar mais coisa aqui, ó. Deixa eu ver... Ah. Tá. Não tem nada de especial. Vou seguir com o texto, então.)
O relato fala do Zé, que neste caso chama-se Zé, mas poderia se chamar ZÉZINHO, se o interlocutor se referisse a ele pelo diminutivo e enfiasse o acento agudo onde não é permitido. O Zé, depois de passar seu dia limpando latrinas cheias de dejetos putrefatos em seu maravilhoso subemprego, passava no sebo ("cebo"?) do Antônio e comprava uma Playboy velha, daquelas cheias de orelhas, com as folhas meigrudadas, meidesbotadas, meigastas... Saía de lá e partia para a farmácia. Lá ele comprava um sonrisal.
Chegando em casa, o Zé tirava seus chinelinhos de dedo e ficava confortavelmente de pés descalços. Sentava-se em seu banquinho rachado, com um dos pés remendado com fica isolante, pegava um copo com água, abria a Playboy no pôster, colocava o sonrisal na água e, ao som do TSHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH dizia, em voz alta:
- AHHH, MULHERES E CHAMPAGNE! QUE VIDA!
terça-feira, 25 de maio de 2010
Voltando Devagar
Estou voltando... aos poucos. Tem email pra caramba aqui.
Vou postar rapidinho pra contar algo engraçado: tem uma merda de mosca me enchendo o saco aqui. São 2h da matina e a mosca zanzando nos meus cornos. Mosca não dorme à noite, porra???
Então, abri a janela pra feladaputa sair, pq não tenho um mata-moscas. Com a janela aberta, UM MORCEGO TENTA ENTRAR. Eu fecho a janela BEM NA HORINHA, bem no bicho. Até fez "CREC!". Agora ele tá esmagado na janela, e a mosca continua aqui, zanzando nos meus cornos.
Maldita.
Vou postar rapidinho pra contar algo engraçado: tem uma merda de mosca me enchendo o saco aqui. São 2h da matina e a mosca zanzando nos meus cornos. Mosca não dorme à noite, porra???
Então, abri a janela pra feladaputa sair, pq não tenho um mata-moscas. Com a janela aberta, UM MORCEGO TENTA ENTRAR. Eu fecho a janela BEM NA HORINHA, bem no bicho. Até fez "CREC!". Agora ele tá esmagado na janela, e a mosca continua aqui, zanzando nos meus cornos.
Maldita.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Muito Foda
- Gostaria de apresentar o maior componente desta banca, o Professor Doutor Bacharel Engenheiro Adevogado, membro univitelício da ADEBRA, a Associação Brasileira dos Adevogados, parnasiano de coração, romântico de nascimento, esse ser muito, muito foda mesmo, Diógenes Astulfo!
CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP! - aplaudem as duas pessoas da plateia, mesmo que isso não tenha mais acento agudo atualmente.
- Ora, ora, quem sou eu para ser apresentado de forma tão eloquente por Vossa Excelência, senhor Juiz do Trabalho, especialista em Direito do Trabalho Marciano, Direto Canônico, Direito Administrativo Longitudinal, pós-doutor em Aeronáutica, golpista internacional nas horas vagas, mestre nos disfarces, praticamente um Batman, Professor Marcelino Yogurte!
CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP! - aplaude a UMA pessoa da plateia.
- Estamos também acompanhados pelo Professor Novaiorquino Pereira de Albuquerque, que, dentre outros títulos, ganhou a Libertadores e três Gauchões.
- Três Gauchões, Professor?
- Sim, sim. Isso foi antes de eu entrar para a Mecatrônica. Mas isso, obviamente, não é nada perto de quão foda Vossas Excelências são. Claro.
- Não, por favor, Professor Novaiorquino.
- Não, por favor digo eu! O senhor é muito mais foda do que eu! Claro que é!
- Não, não, não... Por favor... Por favor...
CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP! - aplaudem as duas pessoas da plateia, mesmo que isso não tenha mais acento agudo atualmente.
- Ora, ora, quem sou eu para ser apresentado de forma tão eloquente por Vossa Excelência, senhor Juiz do Trabalho, especialista em Direito do Trabalho Marciano, Direto Canônico, Direito Administrativo Longitudinal, pós-doutor em Aeronáutica, golpista internacional nas horas vagas, mestre nos disfarces, praticamente um Batman, Professor Marcelino Yogurte!
CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP! - aplaude a UMA pessoa da plateia.
- Estamos também acompanhados pelo Professor Novaiorquino Pereira de Albuquerque, que, dentre outros títulos, ganhou a Libertadores e três Gauchões.
- Três Gauchões, Professor?
- Sim, sim. Isso foi antes de eu entrar para a Mecatrônica. Mas isso, obviamente, não é nada perto de quão foda Vossas Excelências são. Claro.
- Não, por favor, Professor Novaiorquino.
- Não, por favor digo eu! O senhor é muito mais foda do que eu! Claro que é!
- Não, não, não... Por favor... Por favor...
A passasgem não vai ser tão rápida assim (vide post abaixo).
Hoje (ontem, né, porque já passou da meia-noite) a bruxa tava solta lá no trabalho. TODAS - eu disse, com todo o caps lock possível, TODAS - as mulheres do meu serviço estavam com dor de cabeça e/ou irritadas, brigando com outra. TODAS. Já entendeu o caps lock? Este que cá digita ainda foi o mediador em uma briga feminina. Pela segunda vez desde 2007, diga-se de passagem.
Fiquei pasmo quando a trocentésima colega que estava com dor de cabeça falou que um grupo de mulheres, quando convive por muito tempo, começa a entrar em sincronia, e aí começa a menstruar na mesma época, ter TPM na mesma época, enfim.
PUTA MERDA! Isso é um bando! Parece coisa de alienígena, sei lá, desse programa novo (velho) aí, o V, no qual os aliens fingem que são humanos pra dominar a Terra! Fiquei com certo receio.
E não me canso de dizer a seguinte frase: não confio em bicho que sangra por vários dias e não morre...
Hoje (ontem, né, porque já passou da meia-noite) a bruxa tava solta lá no trabalho. TODAS - eu disse, com todo o caps lock possível, TODAS - as mulheres do meu serviço estavam com dor de cabeça e/ou irritadas, brigando com outra. TODAS. Já entendeu o caps lock? Este que cá digita ainda foi o mediador em uma briga feminina. Pela segunda vez desde 2007, diga-se de passagem.
Fiquei pasmo quando a trocentésima colega que estava com dor de cabeça falou que um grupo de mulheres, quando convive por muito tempo, começa a entrar em sincronia, e aí começa a menstruar na mesma época, ter TPM na mesma época, enfim.
PUTA MERDA! Isso é um bando! Parece coisa de alienígena, sei lá, desse programa novo (velho) aí, o V, no qual os aliens fingem que são humanos pra dominar a Terra! Fiquei com certo receio.
E não me canso de dizer a seguinte frase: não confio em bicho que sangra por vários dias e não morre...
Tô em passagem rápida aqui só pra atualizar alguma coisita assim, rapidamente.
Encontro-me em estado SEMI-ÉBRIO. "Ora, o que é isso, Papai Smurf?", você pode perguntar. Então eu respondo: tô com quantidade de álcool no corpo que é suficiente pra me deixar um pouco (mais) feliz, mas que não é suficiente pra me IMPEDIR de digitar corretamente.
Porque (a gente pode começar frases com "porque"?) tenho que dizer: É FODA digitar enquanto se está bebum. Eu não sei qual é a razão, mas eu, quando chego em casa depois do bar, tenho vontade de ficar mandando e-mails alcoólicos para os meus amigos. E eles são ortografica e esteticamente TOSCOS. Claro, porra, é FODA DEMAIS conseguir digitar alguma coisa com álcool na cuca! Isso não é prática só minha; tenho amigos que fazem isso também. É muito engraçado. Recomendo. Mas tem que ser LEGÍTIMO, viu? Não fique fingindo bebedeiras em cima do teclado. A gente sabe quando elas são falsas.
------
Tô indo, daqui a pouco, para os Estados Unidos Obâmicos da América, pra encontrar meu irmão e minha cunhada. Além disso, de encontrar família, o que vamos fazer por lá? Não me canso de dizer: meu menino, minha menina, NÃO DESISTA NUNCA! Nunca é tarde para realizar vossos sonhos! Pedi esse presente para os meus 15 anos de idade, e ele não veio. DEZESSETE ANOS DEPOIS, a glória: MEUS PAIS VÃO ME LEVAR PARA A DISNEY!!
É sério, vou dar um beijo no Pato Donald. É um sonho que será realizado. Vou poder perguntar "caralho, Donald, por que diabos tu usa uma toalha pra tapar tuas 'partes de baixo' depois do banho se, quando tu tá 'vestido' tu não usa calça nem cueca???".
Eu sou fã do Donald. Do Pluto, não. O Pluto é uma blicha.
-------
Mais uma cantada de pneus. Eu moro na zona da cidade com maior frequência de cantadas de pneus por esquina. Daqui a pouco vai dar merda. Pior é que eu sempre fico torcendo pelo BUUUUMMMM! (onomatopeia tentando simular o som de uma batida de automóveis) que vem depois da cantada de pneus, mas isso não tem acontecido. Que azar.
Tá. Tá. O último parágrafo foi muito maldoso. Eu sei. Mas eu tô SEMI-ÉBRIO, cacete.
Tchau! Talvez eu atualize isto aqui lá nos EUA. Ou não.
Encontro-me em estado SEMI-ÉBRIO. "Ora, o que é isso, Papai Smurf?", você pode perguntar. Então eu respondo: tô com quantidade de álcool no corpo que é suficiente pra me deixar um pouco (mais) feliz, mas que não é suficiente pra me IMPEDIR de digitar corretamente.
Porque (a gente pode começar frases com "porque"?) tenho que dizer: É FODA digitar enquanto se está bebum. Eu não sei qual é a razão, mas eu, quando chego em casa depois do bar, tenho vontade de ficar mandando e-mails alcoólicos para os meus amigos. E eles são ortografica e esteticamente TOSCOS. Claro, porra, é FODA DEMAIS conseguir digitar alguma coisa com álcool na cuca! Isso não é prática só minha; tenho amigos que fazem isso também. É muito engraçado. Recomendo. Mas tem que ser LEGÍTIMO, viu? Não fique fingindo bebedeiras em cima do teclado. A gente sabe quando elas são falsas.
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Tô indo, daqui a pouco, para os Estados Unidos Obâmicos da América, pra encontrar meu irmão e minha cunhada. Além disso, de encontrar família, o que vamos fazer por lá? Não me canso de dizer: meu menino, minha menina, NÃO DESISTA NUNCA! Nunca é tarde para realizar vossos sonhos! Pedi esse presente para os meus 15 anos de idade, e ele não veio. DEZESSETE ANOS DEPOIS, a glória: MEUS PAIS VÃO ME LEVAR PARA A DISNEY!!
É sério, vou dar um beijo no Pato Donald. É um sonho que será realizado. Vou poder perguntar "caralho, Donald, por que diabos tu usa uma toalha pra tapar tuas 'partes de baixo' depois do banho se, quando tu tá 'vestido' tu não usa calça nem cueca???".
Eu sou fã do Donald. Do Pluto, não. O Pluto é uma blicha.
-------
Mais uma cantada de pneus. Eu moro na zona da cidade com maior frequência de cantadas de pneus por esquina. Daqui a pouco vai dar merda. Pior é que eu sempre fico torcendo pelo BUUUUMMMM! (onomatopeia tentando simular o som de uma batida de automóveis) que vem depois da cantada de pneus, mas isso não tem acontecido. Que azar.
Tá. Tá. O último parágrafo foi muito maldoso. Eu sei. Mas eu tô SEMI-ÉBRIO, cacete.
Tchau! Talvez eu atualize isto aqui lá nos EUA. Ou não.
sábado, 24 de abril de 2010
(Este texto não tem início. Já vai começar da metade, ok?)
E as frescuras? Por que tanta frescura? Já me disseram o seguinte:
- Não fica falando pra mulher que tu conheceres que tu te separaste há pouco tempo!
Ah, então eu tenho que MENTIR? Ou OMITIR?
Hmmmmmm. Peraí. Não foi por causa de MENTIRAS e OMISSÕES que eu voltei à solteirice?
Porra, gente. Vamos parar de frescura! Vamos ser felizes!
(Tá, e o texto não vai ter fim também. Decidi. Ou esse fim aí já basta?)
Continua... Sempre.
E as frescuras? Por que tanta frescura? Já me disseram o seguinte:
- Não fica falando pra mulher que tu conheceres que tu te separaste há pouco tempo!
Ah, então eu tenho que MENTIR? Ou OMITIR?
Hmmmmmm. Peraí. Não foi por causa de MENTIRAS e OMISSÕES que eu voltei à solteirice?
Porra, gente. Vamos parar de frescura! Vamos ser felizes!
(Tá, e o texto não vai ter fim também. Decidi. Ou esse fim aí já basta?)
Continua... Sempre.
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